Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, contou que o marido vem sendo alvo de notícias falsas desde que compartilhou o diagnóstico da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Neste domingo (23/8), ela atualizou os seguidores sobre a busca por tratamentos experimentais e revelou se o ex-mecânico de aviação já conseguiu acesso a alguma alternativa.
Diretamente do hospital, onde Lito está internado desde que descobriu a doença, Mila compartilhou uma série de stories para atualizar os seguidores. Logo no primeiro, pediu atenção ao e-mail criado para receber informações e possíveis contatos, já que o volume de mensagens aumentou consideravelmente e tem dificultado a identificação dos conteúdos realmente relevantes.
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Mila contou que quase perdeu uma resposta importante de uma das instituições com as quais tenta contato em busca de alternativas para o marido. “Ficou perdida no meio porque eu recebi um volume muito grande de gente que simplesmente tá mandando mensagens que não vão contribuir, entendeu? Coisas que contribuem podem mandar, não tem nenhum problema”, explicou.
Na sequência, ela revelou que Lito pode passar por uma entrevista ainda nesta semana para avaliar a possibilidade de participar de um estudo sobre a doença, em Nashville, nos Estados Unidos. Além disso, o médico responsável pelo acompanhamento do influenciador já está em contato com instituições internacionais para analisar outras possibilidades.
Mila também aproveitou o momento para esclarecer informações que estão circulando de forma equivocada. “Eu tenho visto algumas fake news e eu queria corrigir algumas delas aqui, tá? Primeira delas: a gente tá correndo realmente muito atrás, assim, aqui por conta própria, né?”, ela ressaltou que o apoio recebido tem sido importante, mas que a família segue conduzindo a busca por alternativas.
Uma das informações corrigidas por Mila foi a de que Lito estaria na lista de espera para um tratamento em Harvard. “Não é isso. Eles vão abrir em 20 de outubro e falaram que poderiam avaliar, em 20 de outubro, se ele seria elegível para estar, né, entendeu? Pra participar. Então, a informação não é bem essa, tá?”, ela explicou que o marido ainda vai se submeter ao processo de avaliação.
Mila também esclareceu a participação do Governo na busca por alternativas. “É falando também que o Ministério da Saúde estava ajudando a gente. Calma aí, filhinho. É, a gente, eu falei rapidamente com o ministro no WhatsApp, mas, assim, a gente não avançou em nada também. Ele perguntou se tinha algum remédio, alguma coisa e tudo mais, mas, de fato, não tem nada aqui no Brasil”, contou.
Lito enfrenta uma condição neurológica rara, grave e de evolução acelerada. A doença é considerada majoritariamente fatal e, atualmente, não possui um protocolo de tratamento padrão, c0mo medicamentos ou procedimentos capazes de reverter o quadro. Por isso, ele e a esposa lutam contra o tempo em busca de alternativas experimentais em universidades e clínicas fora do Brasil.













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