A lenda do country Dolly Parton, que morreu aos 80 anos no último dia 25 de agosto, planejou o destino de seu império financeiro para poupar os parentes de eventuais dores de cabeça e disputas nos tribunais. Com um patrimônio avaliado pela Forbes em cerca de US$ 450 milhões (aproximadamente R$ 2,3 bilhões), a estrela norte-americana tomou providências legais muito antes de sua partida.
Sem filhos e viúva desde março de 2025, quando perdeu o marido Carl Dean, a artista sempre foi o pilar financeiro de diversos familiares. Consciente de como o dinheiro pode desgastar relações, ela contratou advogados especialistas em planejamento sucessório, divididos entre Los Angeles e Nashville, nos Estados Unidos, para estruturar seu espólio de forma blindada.
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A intenção clara era evitar que a divisão de bens se transformasse em uma guerra entre irmãos, sobrinhos e agregados. Por outro lado, o público dificilmente saberá quem ficou com qual fatia do “bolo”. Especialistas apontam que a maior parte da fortuna de Dolly deve estar alocada em fundos fiduciários e outros mecanismos jurídicos privados, que dispensam a necessidade de um inventário público detalhado.











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